Spin linha 2016 ainda melhor!

cq5dam.web.1280.1280 (71)

 

A Chevrolet lança a linha 2016 do Spin, que chega às concessionárias com novidades mecânicas, de conveniência e de acabamento. Com isso, as versões LT e LTZ passam a compartilhar importantes evoluções estreadas recentemente na configuração Activ.

cq5dam.web.1280.1280 (72)

Uma delas é a cabine predominantemente preta, que oferece maior controle dos reflexos, aumentando o conforto visual. Além do painel, o revestimento interno das portas e do porta-malas também seguem a nova coloração, em substituição aos tons de bege e café característicos do modelo anterior.

Outra novidade é a cobertura dos bancos, que foi remodelada e também escurecida. O ambiente mais sóbrio ajuda a ressaltar elementos decorativos, como os puxadores de porta cromados e o quadro de instrumentos digital. A nova decoração facilita ainda a limpeza do habitáculo.

cq5dam.web.1280.1280 (73)

O Chevrolet, aliás, é o veículo multiuso mais espaçoso da categoria, com opções de cinco ou sete lugares e até 710 litros para bagagem, quase o dobro da capacidade em comparação a concorrentes diretos.

cq5dam.web.1280.1280 (74)

O Spin vem completo de série desde a configuração de entrada, reunindo itens valorizados pelo consumidor, como como ar-condicionado, direção hidráulica, freios ABS com EBD (distribuição da força de frenagem), airbag duplo, alarme e conjunto elétrico de vidros e travas, que acaba de somar uma nova função.

Ao travar as portas remotamente pela chave (tipo canivete), os vidros sobem automaticamente. Também é possível descer os vidros à distância, deixando o botão de desbloqueio pressionado. O recurso é útil quando o carro fica exposto ao sol e o usuário deseja dispersar rapidamente o ar quente antes do embarque.

Esta função estava disponível até então apenas à versão aventureira Activ, lançada no Salão de São Paulo, em outubro. Ela e a configuração LTZ (de luxo) são as mais equipadas da gama e somam, por exemplo, sistema multimídia Chevrolet MyLink, computador de bordo, sensor de estacionamento traseiro e retrovisores externos com ajuste elétrico.

As versões LTZ e LT ainda trazem quadro de instrumentos com novo grafismo – o velocímetro e o marcador de combustível continuam digitais.

cq5dam.web.1280.1280 (75)

Todos os modelos, no entanto, têm à disposição uma extensa lista de acessórios, como o tablet de 7 polegadas com suporte para encosto de cabeça, ideal para entreter os passageiros em longas viagens.

A relação segue com a câmera de ré e o módulo de TV, ambos compatíveis com o sistema multimídia Chevrolet MyLink.

Igualmente disponível na rede de concessionárias da marca, há o módulo para ativação da função Tilt Down do retrovisor externo direito. Ao engatar a marcha ré, o espelho incline-se para baixo, facilitando manobras de estacionamento.

Mudanças externas e mecânicas

Por fora, a linha 2016 do Spin também incorpora mudanças. A versão LT (de entrada) passa a vir com faróis com máscara negra e lentes transparentes, além de opção de rack de teto e volante multifuncional revestido em couro.

cq5dam.web.1280.1280 (76)

Já a versão LTZ mantém faróis com superfície escurecida “Dark Chrome” com lentes transparentes.

O carro ainda conta com duas novas opções de cores metálica para a carroceria: Graphite e Peper Dust, disponíveis para toda a gama. Elas somam ao Azul Macaw, Cinza Aztec, Prata Switchblade, Preto Carbon Flash e Branco Summit.

Outro item que estreou na Activ e que passa a ser ofertado às demais versões é a transmissão automática de seis velocidades GF6-2 (de segunda geração), que proporciona trocas de marchas em tempo 50% menor e reduções duplas e triplas.

O resultado é um veículo mais ágil em retomadas de velocidades e de condução mais suave. Neste caso, o controle de cruzeiro acompanha o pacote.

Há também a opção de transmissão manual, de cinco velocidades e com a ré sincronizada.

A motorização, no entanto, é única: o conhecido 1.8L EconoFlex, que desenvolve até 108 cv de potência e 17,1 kgfm de torque (força). Ele é capaz de levar o MPV de 0-100 km/h em 10,6s quando abastecido com etanol -desempenho semelhante ao de minivans equipadas com propulsores de maior capacidade volumétrica.

cq5dam.web.1280.1280 (77)

O Spin caracteriza-se também pela posição elevada e confortável de guiar, com ajustes de altura do banco do motorista, do volante e até do cinto de segurança.

Ressalta-se ainda o bom posicionamento dos comandos do painel, os diversos porta-objetos, a grande área envidraçada e a capacidade do veículo transpor obstáculos urbanos –a distância de 137 mm em relação ao solo assemelha a de SUVs compactos.

cq5dam.web.1280.1280 (79)

“A combinação entre amplo espaço interno, porte avantajado e ótima relação custo-benefício explicam o sucesso do Spin no mercado nacional. Os números mostram isso: o modelo é líder absoluto em seu segmento com quase 60% de participação”, ressalta Samuel Russell, diretor de marketing da General Motors.

O Spin é comercializado no país com garantia de 3 anos, sem limite de quilometragem.

Conectividade a bordo

cq5dam.web.1280.1280 (78)De série nas configurações mais sofisticadas do Spin, o sistema multimídia Chevrolet MyLink traz tela de sete polegadas sensível ao toque e Bluetooth, que permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e acessar aplicativos, por meio do smartphone.

Adicionalmente, o equipamento permite a configuração de algumas funções do veículo de acordo com a preferência do usuário. Entre elas o tempo em que os faróis permanecerão acesos após o travamento do carro ou quais portas devem ser destrancadas quando o botão de acionamento remoto da chave é pressionado.

O motorista ainda consegue alternar as diversas mídias disponíveis sem tirar as mãos do volante. Isto porque há teclas para o controle do áudio/telefone estrategicamente posicionadas na extremidade do raio, bem ao alcance dos dedos.

A entrada USB permite plugar aparelho MP3 player ou pen drive no sistema de áudio do carro. Além desta entrada, há uma tomada de força 12V igualmente posicionada no console central para carregar equipamentos eletrônicos.

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário

O começo da GM do Brasil.

No início dos anos 20, o Brasil e a General Motors ainda não se conheciam, mas já tinham muita coisa em comum. A principal delas: estavam em plena ebulição.

Com pouco mais de dez anos, a GM, fundada em 1908 pelo comerciante americano de carros William C. Durant, um empreendedor como poucos na época, já havia incorporado importantes fabricantes de veículos e dominava mais da metade do mercado norte-americano em seu segmento.

cq5dam.web.1280.1280 (68)

Estavam sob sua batuta linhas de produção como a do elegante Cadillac, do Oldsmobile, produzido dede 1897, e da Chevrolet, comprada definitivamente em 1918. Esta última foi fundada por Louis Chevrolet em 1911, que começou sua carreira consertando bicicletas e competindo como ciclista. Ele conheceu o fundador da GM ao pilotar os automóveis Buick em competições, e juntos fundaram a Chevrolet Motor Car Company, que Louis deixou em 1913.

Enquanto isso no Brasil, o ritmo das inovações ainda estava muito aquém do fervor industrial dos Estados Unidos. O primeiro veículo automotor a rodas no país foi trazido por Santos Dumont em 1890. No estado de São Paulo trafegavam apenas 16 veículos quando, em 1903, foram editadas as primeiras normas de trânsito.

Mas o melhor estava por vir. Por volta de 1920, abastecido pelo campo, o Brasil viveu momentos de entusiasmo com o aumento das vendas de café no mercado internacional. O poder aquisitivo daqueles que já detinham o dinheiro começou a aumentar ainda mais. Em 1923, já circulavam 30 mil veículos pelas ruas do país.

O crescimento da frota coincidiu com o plano da General Motors de se internacionalizar. Após deter sete linhas de veículos, além de peças, e de consolidar sua posição no EUA, construiu uma fábrica em Copenhague, capital da Dinamarca, para atender aos países escandinavos, como Áustria, Alemanha e Rússia. No ano seguinte, foi para a Bélgica. Em 1918, chegou ao Canadá, a partir da compra da Chevrolet Motor Company. Em seguida, adquiriu o controle da Opel, na Alemanha. Em 1925, foi a vez da Vauxhall Motors Ltd., na Inglaterra.

A primeira linha de montagem

cq5dam.web.1280.1280 (69)

Naquele mesmo ano, a General Motors chegou ao Brasil e à Argentina, por meio da Manufacturing Facility. A Companhia Geral de Motores do Brasil foi registrada no Tabelionato de São Paulo no dia 26 de janeiro de 1925. Naquele mês, deu-se o início das obras da primeira linha de montagem. O local escolhido era um grande galpão localizado na Avenida Presidente Wilson, 201, no bairro paulistano do Ipiranga, símbolo da emergência industrial da metrópole nos anos 20, próximo da ferrovia Santos-Jundiaí.

Em setembro, oito meses depois da fundação, a empresa trouxe a público seu primeiro carro com a marca Chevrolet. A partir dali, no Brasil, a GM nunca mais parou. A companhia trazia em CKDs (veículos totalmente desmontados) todos os seus modelos das marcas Buick, Oldsmobile, Chevrolet, Oakland, Cadillac e Pontiac. A produção inicial era de 25 unidades por dia. No ano seguinte, a marca elevou-se para 40 unidades diárias e, em 1927, para 150 por dia.

O ano de 1926 reuniu marcos importantes para a General Motors: mais de 150 agentes vendiam carros da empresa em todo o país; começou a circular a revista da companhia; e foi realizada uma grande exposição de automóveis. Dias antes do evento, as principais ruas de São Paulo foram tomadas por quase uma centena de carros que anunciavam a exposição. Resultado: cerca de 40 mil pessoas deslumbravam-se com o mais novo sonho dos brasileiros – os automóveis.

No ano seguinte, foi produzido o Chevrolet de número 25 mil, o que era fabuloso para o Brasil da época. Para registrar a data, a GM organizou um evento na fábrica, durante a montagem de um carro, reunindo pessoas importantes, como diretores de um banco de Nova York e executivos da General Motors Corporation. O carro foi montado em 20 minutos, impressionando os convidados ali presentes.

Os cerca de 800 funcionários da fábrica do Ipiranga, boa parte imigrantes, estavam admirados com a transformação que o pátio sofria da noite para o dia. No final do expediente, os trabalhadores observavam o local cheio de veículos, prontos para a entrega. Na manhã do dia seguinte não havia mais nenhum. Todos os automóveis haviam sido retirados pelos chamados caravanistas, os motoristas que os conduziam para os mais variados pontos do país.

Objeto de desejo

A localização da fábrica era estratégica: um dos locais mais movimentados de São Paulo na época. A capital paulista tinha 700 mil moradores, perdendo para o Rio de Janeiro. Sua vantagem, no entanto, era a ebulição da indústria, sinalizando que a cidade seria o grande polo no país, que somava então 34 milhões de habitantes. Embora fossem acessíveis apenas à parcela mais abastada da população, os carros já eram o grande desejo de muita gente.

Desde o início a General Motors teve a sensibilidade de trabalhar com os públicos, incluindo potenciais consumidores. Aos ricos, uma propaganda para lá de direcionada, como em um anúncio impresso na década de 20: “Os hábitos da vida social impõem aos elementos de escol a obrigação de só escolher para o seu uso aquilo que condiz com a sua distinção individual. É essa razão porque o carro La Salle, construído pela fábrica Cadillac, tem sido distinguido pela preferência dos exigentes desde seu aparecimento”. Já para a população de menor poder aquisitivo a publicidade dizia: “O preço reduzido do novo Chevrolet não impediu que se dessem ao público os melhores rolamentos que se podem adquirir”.

A propaganda foi um dos trunfos da GM trazidos dos Estados Unidos. Boa parte das peças se referiam ao sucesso da empresa entre os americanos. De Detroit, capital da velocidade e sede da GM, a paixão por carros foi transmitida para todo o mundo, inclusive para o Brasil.

Em 1928, a empresa alcançou a marca de 50 mil veículos produzidos. A capacidade da fábrica do Ipiranga estava praticamente esgotada. Era preciso partir para um local mais espaçoso. Sim, a empresa e seus automóveis tinham sido muito bem recebidos pelos brasileiros. E era preciso crescer para atender a uma demanda cada vez maior.

Colapso econômico de 1929 e Segunda Guerra foram os momentos desafiadores para a GM do Brasil

  • Crise levou empresa a diversificar produção e investir na nacionalização dos veículos
  • De 1942 até 1945, a GM, assim como outras fabricantes, foi submetida ao comando militar e passou a montar veículos bélicos

A rápida expansão da produção e das vendas levou a General Motors do Brasil a adquirir uma vasta área em São Caetano do Sul, considerada, na época, um subúrbio longínquo em relação a capital paulista.

Em 24 de setembro de 1927, os tijolos começaram a ser assentados no local. Dois anos depois, em outubro de 1929, a fábrica já podia funcionar. No entanto aquele ano foi um dos marcos negros da economia norte-americana: o “crash” (quebra) das bolsas de Nova York e de Chicago.

Os efeitos da crise tiveram repercussão mundial. No Brasil, as expansões de café reduziram-se drasticamente, ao mesmo tempo em que houve extrema desvalorização do dólar.

A GM do Brasil sofreu impacto semelhante ao da GM dos Estados Unidos, Canadá e Europa. As vendas no Brasil despencaram de 17,7 mil unidades, em 1929, para 4.051 em 1930; e 1.566 em 1932. Centenas dos seus 1.500 empregados perderam seus postos de trabalho.

Quando tudo parecia perdido, um fato foi fundamental para que a empresa superasse aquele momento difícil. A Revolução Constitucionalista, que aconteceu em São Paulo, no dia 9 de julho de 1932, foi provocada pela insatisfação da população com o governo de Getúlio Vargas.

Por conta de intensa mobilização dos 7 milhões de habitantes do Estado de São Paulo, a GMB decidiu fechar as portas, temerosa do que pudesse acontecer com a produção diante do conflito. Para surpresa geral dos empregados, veio contraordem: retomar as atividades imediatamente.

O governo paulista havia adquirido o estoque inteiro de veículos da empresa e solicitava que a GMB voltasse a funcionar normalmente, junto a todo o setor, que participava da retaguarda civil da mobilização militar. A empresa passou a fazer manutenção e reparo de veículos danificados, adaptação de carros civis para uso militar e outros serviços. Com a presença constante de oficiais das forças, as dependências da fábrica de São Caetano do Sul praticamente se tornaram uma extensão dos quartéis revolucionários.

Diversificação

cq5dam.web.1280.1280 (67)

Tal momento deu forças para a GM seguir seu caminho. A empresa decidiu diversificar a produção e investir na nacionalização dos veículos. Em 1933, a companhia retomou sua marcha para o crescimento até 1941, aumentando sempre a produção e a venda.

A diversificação começou em duas frentes: no mercado de posição, com a venda de peças e acessórias usados para montagem de seus veículos; e no segmento de transportes urbanos.
A primeira carroceria de ônibus fabricada no Brasil foi produzida pela GM em 1934. A matéria prima utilizada era a madeira, abundante no país. Espécies como faveiro, ipê e peroba davam origem aos ônibus brasileiros na época.

Em 1940, 77% dos veículos destinados a transporte coletivo e de carga possuíam carrocerias fabricadas em São Caetano do Sul. A GMB também passou a fabricar carrocerias de madeira para caminhões, e o Chevrolet alcançou o índice de nacionalização de 62%. A empresa também vendia carrocerias para outras montadoras.

Além de diversificação a produção de veículos, a GMB investiu em outro mercado. Como experiência, importou da GM dos Estados Unidos os primeiros refrigeradores Frigidaire. A empresa previa uma boa aceitação do produto, mas não poderia imaginar que seria umas das marcas de eletrodomésticos de maior prestigio entre consumidores brasileiros mas décadas de 40 e 50.

Depois das dificuldades do final da década de 20, a empresa teve folego para recuperar-se e retomar uma curva de crescimento que brevemente extrapolaria a capacidade de sua montadora.

Em 1936 saía das linhas de montagem em São Caetano do Sul o veículo número 100 mil montado no Brasil. Naquele mesmo ano, circulavam pelas ruas de São Paulo 22.100 Chevrolet, 762 Buick, 87 Cadillac e 357 Oldsmobile. Cinco anos mais tarde, em 1941, foi alcançada a marca de 150 mil unidades.

Segunda Guerra Mundial

Como mais um teste para a força da GMB, o Brasil começou a sentir os efeitos da Segunda Guerra Mundial, deflagrada em 1939. Os fabricantes europeus de veículos tornaram-se fornecedores de material de uso bélico. No final de 1941, os Estados Unidos entraram no combate e sua indústria foi convocada para mobilizar-se aos esforços de guerra.

Totalmente independente da importação de petróleo na época, o Brasil sofreu as consequências da interrupção de abastecimento. A gasolina foi racionada e milhares de veículos foram adaptados para uso de gasogênio, condutível alternativo derivado da queima de carvão, que piora o desemprenho e reduz a vida útil dos motores. Na primeira metade da década de 40, São Paulo teve 20 mil veículos convertidos.

Com a criação da Forca Expedicionária Brasileira, as indústrias daqui também tiveram suas atenções voltadas às necessidades da guerra e ficaram sob controle governamental.

A fábrica da GMB, assim como as de outros fabricantes, foi submetida ao comando militar e passou a montar veículos bélicos com componentes produzidas pela matriz norte-americana e fornecidos ao Brasil sob lei de empréstimo.

Também foram produzidos para as Forças Armadas Brasileiras caminhões para transporte de tropas e materiais, reboques de duas rodas e unidades de cozinha de campanha, além de recipientes para transporte de gasolina e outros materiais. A empresa fabricou ainda itens que jamais imaginou sair de suas dependências, como poltronas de vagões, molas de locomotivas e aparelhos de gasogênio para carros caminhões.

Quando a Guerra terminou, o balanço das vendas no período tinha sido de 9.167 veículos, um número tímido se comparado com as vendas de 1929, de 17.741 unidade unidades, mas bastante superior aos números registrados no auge da crise, em 1932.

Após mais este conturbado período, a economia brasileira desenvolvia-se a passos largos. Nunca se registrara na história da GMB uma produção tão grande de carros caminhões e… geladeiras!

Enquanto os exércitos se enfrentaram pelo mundo, os brasileiros economizaram dinheiro, no mesmo período em que a GMB traçou, em sintonia com a General Motors americana, um plano de diversificação.

Era o momento certo de investir no Brasil. Getúlio Vargas incentiva o desenvolvimento da indústria do país e, por consequência, a nacionalização da produção.

A partir da década de 50, a GM não parou de crescer: abriu novas fábricas e diversificou a produção no país

  • Empresa foi pioneira no processo de nacionalização na indústria automotiva, com utilitários pesados
  • Planos de produção do Monza no início dos anos 80 marcou o início da globalização da empresa no Brasil

O fim da segunda Guerra Mundial foi o começo do terceiro plano de expansão da General Motors do Brasil. A economia nacional vivia um momento de euforia, o país ingressava de vez na era industrial e as vendas da empresa estavam a mil por hora.

Em 1949, teve início a ampliação da fábrica de São Caetano do Sul, com a criação de uma nova oficina de montagem, com duas linhas de produção e capacidade para até 15 veículos por hora.

A GMB foi pioneira no processo de nacionalização na indústria automotiva. O programa oficial foi instituído em 1956. Mas, desde meados da década de 40, a empresa trilhava esse caminho.

Em 1948, produziu o primeiro ônibus de aço totalmente montado no Brasil, utilizado matéria-prima da usina da Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda. Pesava uma tonelada a menos do que os veículos produzidos com madeira. O índice de nacionalização era de 89%. Seu lançamento foi um marco para a GMB e para a indústria nacional. Foram fabricadas 300 unidades de 32 lugares cada. Vidros, assentos, pneus, baterias, assoalhos, tintas e guarnições também eram nacionais.

Quando alcançava a produção do milionésimo ônibus de aço, a empresa marcou mais de um gol: o GM Coach, um ônibus urbano para 70 passageiros, que atendia perfeitamente o mercado do transporte coletivo, então em franca expansão. Antes mesmo de o ônibus ser lançado já havia encomenda de 300 unidades aos agentes concessionários.

A GMB investia e diversificava; em 1951, começava a produzir os refrigeradores Frigiraire no país, com 72% dos componentes nacionais.

GM pioneira no processo de nacionalização de veículos

Em 1953, mais uma vez pioneira, a GMB decidiu nacionalizar seus caminhões. Anunciou a aquisição de uma área de 1.634.008 metros quadrados em São Jose dos Campos, escolhida após várias pesquisas feitas em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Entre as razões que determinaram a localização da nova unidade, pesaram a proximidade da Vila Dutra e da Estrada de Ferro Central do Brasil, bem como de linhas de transmissão elétrica e do Rio Paraíba do Sul.

Instituído o Programa Oficial de Nacionalização de Veículos, em 1956, a GM foi o primeiro fabricante a expor seus planos. À primeira vista, parecia estranho o desejo do governo, que incentivava a empresa a produzir caminhões, e não carros de passeio, cujo mercado seria muito mais lucrativo.

Em uma segunda analise, tudo parecia lógico: o país precisava de caminhões; o transporte rodoviário de carga seria necessário para o crescimento e o desenvolvimento econômico.

Atendendo aos apelos governamentais, a GM deixou o atraente mercado de carros em segundo plano para dedicar-se exclusivamente ao setor de transporte pesado.

No mesmo ano em que produzia Figidaire de número 100 mil, em 1956, a empresa anunciava o início da construção de sua fábrica, também no Estado de São Paulo.

A GMB tinha sede de mercado: em 1957, lançava o primeiro caminhão brasileiro, o Chevrolet Brasil. Quase metade de seu peso era constituído por componentes nacionais, ultrapassando, assim, o mínimo de 40% exigido pela legislação. Mais uma vez, a GM largou na frente.

GM expande operações com fábrica de São José dos Campos

cq5dam.web.1280.1280 (70)

Prosseguindo com o investimento em infraestrutura, a companhia inaugurou, em 10 de março de 1959, a sua segunda fábrica no Brasil, em São Jose dos Campos. Com capacidade de produzir 50 mil veículos por ano, era também a primeira fábrica de motores da marca na América do Sul.

Além dos motores, a nova unidade produzia peças para caminhões Chevrolet Brasil, picapes e caminhonetes Chevrolet Amazonas.

A inauguração contou com a presença do então presidente Juscelino Kubitschek, que disse: “ Aqui estamos, na inauguração de uma das maiores fabricas do Brasil, e eu felicito seus organizadores, aqueles que viveram conosco, verdadeiramente, trabalhar para a prosperidade do país”.

O Brasil crescia e, com ele, a indústria automobilística, Em 1966, a GM aderiu ao plano intensivo de exportações do governo brasileiro. A África do sul passou a receber blocos de motores produzidos na fábrica de São José dos Campos. Quase dez anos depois, veículos montados, refrigeradores, fogões, maquinas de lavar, baterias, matrizes e peças produzidos na unidade eram exportados para todo o mercado latino americano.

O sonho de fabricar automóveis de passeio da marca Chevrolet teve início com o Opala e provocou mudanças radicais em toda a indústria automobilística nacional, ampliando a oferta ao consumidor e a demanda às indústrias de autopeças.

A empresa tornava-se cada vez mais dinâmica ao investir em várias frentes. No dia 16 de dezembro de 1970, saía da linha de montagem da GMB o milionésimo refrigerador Frigidaire, totalmente fabricado no Brasil. A comemoração aconteceu sete anos após a empresa ter produzido o modelo de número 500 mil.

Campo de Provas da Cruz Alta

Para aprimorar a qualidade dos veículos e atender o mercado do consumidor, cada vez mais exigente, em 1972 a GM adquiriu a Fazenda da Cruz Alta, com 11,272 milhões de metros quadrados, em Indaiatuba, para construir seu Campo de Provas.

Inaugurado três anos mais tarde, é onde são realizados até hoje os testes a as validações de todos os modelos da empresa no Brasil. Cercado por uma área verde preservada, o CPCA é o maior do gênero no hemisfério Sul.

Também em 1975, entrou em funcionamento a nova fábrica de baterias Delco, marca da GMB. Situada em uma área de 11 mil metros quadrados na Vila Prosperidade, em São Caetano do Sul, é quase oito vezes maior que a antiga fábrica. No último ano antes da mudança, a produção foi de 350 mil unidades. Já na nova unidade, a produção anual alcança, em 1976, 1 milhão de bateiras.

Vinte e quatro anos depois, a revolução definitiva: chegava ao brasil a marca ACDelco, resultado da fusão, nos Estados Unidos, da AC Spak Plug Divison e Delco Remy Corporation, depois que ambas foram incorporadas pela General Motors.

O foco era o mercado de veículos de passeio, utilitários e caminhões leves, nacionais ou importados, de todas as marcas. Tão logo se instalou por aqui, foi reconhecida como a marca de autopeças que oferece o mais completo pacote de produtos no Brasil.

Lançamento do Monza marca início da globalização

As invasões não pararam. Em 1981, a General Motors Corporation instalou três módulos internacionais para produzir, simultaneamente, os motores do seu primeiro carro mundial, o Monza: na Alemanha, na Áustria e no Brasil.

O primeiro protótipo foi produzido em 27 de fevereiro de 1981, rigorosamente dentro do prazo. Depois de aprovado pela Opel e pela GM, sua fabricação foi iniciada em 18 de maio.

A produção inicial foi de apenas 200 motores por mês, mas em seguida passou para 70 por hora, totalizando 330 mil por ano, dos quais apenas 60 mil ficaram no Brasil. Outros foram exportados para a Opel e para a Pontiac norte-americana. A nova fábrica tinha 47 mil metros quadrados de área constituída e exigiu investimentos de US$ 120 milhões em maquinas, ferramental e equipamentos.

O sucesso dos carros Chevrolet estava totalmente comprovado e crescia com o tempo. De 1972 a 2005, por exemplo, a GM contabilizou 12 títulos de “Carro do Ano”. Primeiro com o Opala, em 1972, e a Caravan, em 1976. O Chevrolet obteve o bicampeonato em 1981. O Monza foi tricampeão em 1983, 1987 e 1988. O Kadett venceu em 1991. Em 1993 foi a vez Omega, seguindo-se com o Vectra, em 1994 e 1997, o Corsa, em 1995 e 1996.

Centro logístico de Sorocaba intensifica foco no cliente

A GM do Brasil não parava de crescer. Com investimento de US$ 50 milhões, inaugurou em Sorocaba, em 5 de março de 1996, seu novo Centro Distribuidor de Peças (CDP), criado para expandir e melhorar a área de pós-vendas, com benefícios para o cliente Chevrolet.

A nova unidade nasceu adequada à política de globalização da empresa, numa preparação previa para a expansão ocorrida no mercado de reposição e também com vistas ao crescimento do Mercosul.

O CDP de Sorocaba ampliou bastante a capacidade do centro de peças, que funcionava no interior do complexo industrial GM em São Jose dos Campos, cuja capacidade se tornou insuficiente para atender a demanda do mercado.

O mercado automobilístico nacional experimentava um “boom” na década de 90 e era necessária uma nova expansão. A Empresa decidiu instalar uma unidade de componentes estampados.

Inaugurada em novembro de 1999, a nova fábrica foi constituída em terreno de 426 mil metros quadrados cedido pela Prefeitura de Mogi das Cruzes, no distrito industrial de Taboão. A área é estrategicamente situada nas proximidades das mais importantes vias de escoamento da região – rodovias Mogi-Dutra e Ayrton Senna- e da malha ferroviária, além de estar entre os dois complexos da GM em São Paulo – São Caetano do Sul e São Jose dos Campos. Exigiu investimentos de US$ 150 milhões. Foi projetada para produzir 6 milhões de peças estampadas por ano.

GM inaugura fábrica mais moderna do mundo em Gravataí

Logo depois, em 2000, a GM anunciaria sua entrada no século XX: era inaugurada o Centro Industrial Automotivo de Gravataí, no Rio Grande do Sul. Criada para produzir um novo veículo, o Celta, que viria revolucionar o mercado, umas das mais modernas fabricas do planeta, devido ao conceito de condomínio industrial, por agregar também os fornecedores.

Com o avanço das estratégias de globalização, o Brasil passou a ter maior influência no desenvolvimento de automóveis mundiais da companhia, caso da minivan Meriva, lançada em 2007, do sedã Cobalt, da segunda geração da picape S10, da Trailblazer e do Spin, que chegaram nos anos seguintes.

Fruto de um investimento de R$ 5,7 bilhões, essa renovação da linha de produtos foi um verdadeiro sucesso comercial e levou a Chevrolet, em 2010, a um recorde histórico: 657.724 unidades emplacadas.

Paralelamente ao frenesi dos smartphones, a GM inaugura uma nova era na indústria automobilística, ao ser a primeira a equipar seus veículos de entrada também com sistemas de conectividade. O Agile Wi-Fi, que trazia internet a bordo, foi pioneiro. Mas foi com o Onix que popularizou a tecnologia, com o MyLink.

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário

Você sabe a diferença dos extintores?

extintor

 

Desde a aprovação pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) da resolução nº 157 – do uso do extintor de incêndio automotivo com pó “ABC” – os carros produzidos no Brasil ficaram mais seguros contra princípio de incêndio. Esta lei é válida nos carros do Brasil desde Janeiro de 2005.

O extintor de incêndio de pó químico tipo BC equipou os carros fabricados até 2004, já os carros fabricados a partir de 2005 passaram a ser equipados com extintores de incêndio de pó químico do tipo ABC.

A partir de 1º de janeiro deste ano, os veículos automotores só podem circular equipados com extintores de incêndio com carga de pó ABC. Esta é uma determinação do CONTRAN – Conselho Nacional de Trânsito, contida na Resolução nº 333/2009 em seu § 2º do Art. 2º.

Por conta da alta demanda o prazo de instalação foi prorrogado por mais 3 meses, tendo como prazo até Março de 2015.

Então fique atento!

Nem todos vão precisar sair por aí comprando extintor novo. Para saber se você vai precisar trocar o dispositivo de seu carro fique atento a informações essenciais. Primeiramente, pegue o extintor e confira se ele é do tipo ABC. Em seguida, verifique a data de validade. Essa data tanto pode estar escrita no topo do tubo do extintor, quanto no fundo. Depois, procure pelo selo do Inmetro e se a carga mostra pressão do indicador. Veja exemplos, na galeria de fotos, abaixo.

  • Se seu veículo já possui extintores ABC, você deve troca-los quando:

– terminar a validade de 5 anos dada pelo fabricante;

– caso ocorra uma despressurização;

– ou se ele for usado.

Abaixo as classificações dos extintores e suas funções, por que todo cuidado é pouco:

pooooooooosto

 

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário

Onix Effect, agora nas ruas!

cq5dam.web.1280.1280 (63)

 

Em razão da surpreendente receptividade do consumidor ao conceito Onix Effect, exibido durante o Salão do Automóvel de São Paulo, há pouco mais um mês, a Chevrolet decidiu logo transformá-lo em uma versão de produção.

Ela se destaca pelo acabamento esportivo, pela extensa lista de itens de conveniência, conforto e segurança e pelo motor de 1.4 litro flex com 106 cavalos. A transmissão é manual, de cinco velocidades, combinando com a proposta do carro.

cq5dam.web.1280.1280 (61)

 

A série Effect é conhecida no mercado por agregar exclusividade a produtos da Chevrolet e, no passado, já caracterizou outros modelos da marca, sendo o Onix primeiro de produção nacional.

Todo o pacote de personalização do exterior e do interior do carro foi desenvolvido em conjunto com o Centro de Design da Chevrolet no Brasil, considerado na atualidade um dos mais completos e importantes da GM no mundo.

“O Onix Effect traz diversos acessórios exclusivos, como o spoiler dianteiro, as saias laterais, o aerofólio e um extrator na traseira, que melhoram o coeficiente aerodinâmico. Outro elemento que chama a atenção no carro é o teto pintado em preto alto brilho, criando efeito parecido com o de uma cobertura de vidro”, diz Carlos Barba, diretor executivo de design da GM América do Sul.

cq5dam.web.1280.1280 (64)

 

Visual impactante!

Grade toda preta, faróis com máscara negra, luzes de neblina, lanternas com detalhes escurecidos, rodas aro 15 em tom grafite, pneus 185/65 e decalques coloridos no capô, nas laterais e na tampa do porta-malas caracterizam a nova versão, identificada pela logomarca “Effect”, na porta.

O visual externo conta ainda com os retrovisores e os adesivos da coluna B em preto brilhante, dando amplitude à área envidraçada e, junto com o teto de mesma tonalidade, conferem maior fluidez ao design e aumentam a proporção abaixo da linha de cintura do veículo.

cq5dam.web.1280.1280 (58)

O Onix Effect chega às concessionárias a partir da segunda quinzena de dezembro em duas opções de cores: Branco Summit e Vermelho Pepper, sempre com três anos de garantia.

O interior também ganhou esportividade com o volante com empunhadura mais espessa e base reta, igual ao de bólidos de competição. Ele tem teclas de controle do sistema multimídia Chevrolet MyLink. Os botões permitem ao condutor mudar as estações do rádio e fazer ou aceitar ligações telefônicas.

Assim como as molduras das saídas de ar no painel, o volante traz acabamento em vermelho acetinado. Há ainda tapetes bordados e quadro de instrumento com grafismo alusivo à nova versão.

cq5dam.web.1280.1280 (59)

Ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista envolventes com regulagem de altura, alerta para esquecimento do cinto de segurança, travas e vidros elétricos dianteiros com comando na chave, freios ABS com EBD e airbag duplo, por exemplo, são itens de série.

“O Onix Effect irá agradar principalmente aquele consumidor que busca um compacto prático, ágil e econômico para o uso urbano, porém com um visual mais arrojado e preço atraente”, define Marcos Munhoz, vice-presidente da GM.

Vamos aguardar para ver este sonho de rodas por perto!

 

 

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário

Chopão da Veibras 2014!

10858506_878226935541938_7506121727999297979_n

 

No dia 05/12/2014 aconteceu a 10ª Edição do Chopão da Veibras para os clientes do Atacado de Peças!

O evento conforme vem acontecendo em outros anos, contou com muita animação, mágico e não poderia faltar a combinação de churrasco + chopp.

Abaixo um pouquinho do evento:

1 (2) 1 (3) 1 (4) 1 (5) 1 (6) 1 (7) 1 (8) 1 (9) 1 (10) 1 (11) 1 (12) 1 (13) 1 (14) 1 (15) 1 (16) 1 (17) 1 (18) 1 (19) 1 (20) 1 (21) 1 (22) 1 (23) 1 (24) 1 (25) 1 (26) 1 (27) 1 (28) 1 (29) 1 (30) 1 (31) 1 (32) 1 (33) 1 (34) 1 (35) 1 (36) ?????????? 1 (38) 1 (39) 1 (40)

 

Queremos agradecer a todos os parceiros por mais um ano juntos e que 2015 seja ainda melhor!

A Veibras vai com você!

 

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário

A Veibras apoia o Outubro Rosa!

outubro-rosa

 

O movimento Outubro Rosa surgiu em 1990, e desde então é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Muitas mulheres desconhecem, mais o câncer de mama não apresenta sintomas no início. Ele pode ser apresentado como um caroço na mama, mais também como manchas e alterações na pele da mama.

Ainda pode estar ligado com saída de líquido do bico da mama, geralmente no caso do câncer estes líquidos são sanguinolentos ou semelhantes à cor da água de geladeira ao descongelarmos o congelador.

Ao contrário dos que muito pensam, a dor mamária é um sintoma muito comum das mulheres, mas raramente esta associada ao câncer de mama. A dor das mamas geralmente possui causas ligadas a alterações hormonais ou emocionais.

Como realizar a prevenção do câncer de mama?

Woman examining her breast isolated on white

O câncer de mama na verdade ainda não pode ser prevenido, mas sim diagnosticado o mais cedo possível. Para isto recomenda-se que as mulheres conheçam seu corpo desde que apresentem o crescimento das mamas na adolescência. O auto-exame das mamas, hoje em dia, deve ser chamado de auto-cuidado, e pode ser feito pelo menos uma vez ao mês, preferencialmente no mesmo dia do mês para que as mulheres se familiarizem com suas mamas.

Após os 40 anos, a mamografia começa a ser um exame importante para a detecção da doença e recomenda-se que seja feito pelo menos uma vez por ano a partir daí. Todas as mulheres deveriam procurar um mastologista para acompanhamento e exame anual durante sua vida, mas principalmente a partir dos 40 anos.

No mês de Outubro em especial, todos nos mobilizamos por esta causa. Seja uma supermulher, e faça isso por você e por todos que você ama.

Super-heroínas-contra-o-câncer-de-mama-580x241

 

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário

Corvette e suas novas tecnologias, é no Salão do Automóvel 2014.

Estrela da Chevrolet no 28º Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, o Corvette Stingray chega à linha 2015 com novas tecnologias.

cq5dam.web.1280.1280 (43)

 

A sétima geração do icônico e cultuado superesportivo norte-americano será exibida pela primeira vez no país durante o evento, que abre as portas ao público de 30 de outubro a 9 de novembro.

Uma das principais novidades do modelo é o Valet Mode com Performance Data Recorder, criado para deixar os proprietários mais tranquilos ao entregar as chaves do carro para desconhecidos, como um manobrista.

Ativado com uma senha, o sistema passa a gravar tudo o que acontece com o veículo em áudio e vídeo. O filme, que mostra inclusive dados de telemetria (velocidade, rotação do motor, marcha engatada e força G), pode ser assistido depois pelo dono na tela de oito polegadas no painel do automóvel ou baixado para um computador.

cq5dam.web.1280.1280 (46)

 

Uma memória de 8GB permite aproximadamente 200 minutos de gravação. A ativação da senha ainda bloqueia o acesso ao porta-luvas e desabilita o rádio e o sistema multimídia.

“O Performance Data Recorder foi criado inicialmente como uma ferramenta para acompanhar o desempenho do carro, permitindo ao motorista gravar suas voltas e melhorarem seus tempos”, disse Harlan Charles, gerente de produto da GM.

“Mas logo percebemos que o sistema poderia ter outras finalidades, tais como registrar um passeio por uma bela paisagem ou a gravação em Valet Mode (modo manobrista, em inglês)”, completou.

O Corvette também é equipado com quadro de instrumento central com tela de LCD, que permite escolher quais informações o condutor prefere destacar. Os principais dados podem ser ainda projetados no para-brisa por meio de um head-up display, tecnologia similar a de caças supersônicos.

cq5dam.web.1280.1280 (45)

Outra novidade do superesportivo é a opção de transmissão automática de oito velocidades com paddle-shift e dupla embreagem. O conjunto permite acelerações ainda mais rápidas e redução do consumo de combustível.

A versão equipada com motor 6.2 V8 de 466 cavalos acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 3,8s – tempo 0,1s inferior ao registrado pelo modelo equipado com a transmissão de seis velocidades. Já o consumo é 3,5% menor, ampliando a vantagem que o Corvette já tinha em relação a seus principais concorrentes no mercado norte-americano neste quesito.

cq5dam.web.1280.1280 (44)Você não pode perder esta chance de conhecer esta máquina incrível!

Fazendo revisão completa, mais alinha e balanceamento na Veibras você GANHA um convite para o Salão!

Então corre, que a oportunidade acontece até dia 30/09.

 

 

 

Publicado em Concessionária Veibras | Deixe um comentário